Mudámos!
Amigos, mudámos para um espaço maior:
Ainda está em obras mas vai melhorar.
Amigos, mudámos para um espaço maior:
Ainda está em obras mas vai melhorar.

Fruta madura!
Os nossos autores não param de surpreender com novidades para este verão!



da fios-de-linha! Carteiras, brincos, pregadeiras...



da Elza, prata esmaltada!



a Carla Geadas trouxe sacos, carteiras, pulseiras...

as pregadeiras das Coisas Simples!

os sabonetes artesanais da Beija-Flor!


colares e pregadeiras do Itamar!

as malas de câmara-de-ar da by-us!

as malas de alcatifa industrial da Mariana

e os feltros excepcionais da Mariela!

as carteiras da paula Soares


E last but not least, as carteiras e malas da UPA Design! Espectaculares!
E era o tempo em que acreditávamos em "Campos de morangos para sempre!". Não o livro, porque foi muitos anos depois, mas a canção. Até que o mundo se empanturrou e deixou de ter de acreditar nestas coisas. Agora são de estufa, todo o ano.
Pois nem sempre! É bom esperar pela altura certa e então... saborear! Aqui a primavera ainda é a primavera. Começa hoje oficialmente mas vamos deixá-los a macerar até ao dia 30. Depois... é comer e chorar por mais!


As malas da Mariela Dias...


As verdadeiras joias da Vera João...

Os sabonetes da Banho-Mania...

Os novos padrões da Flok...


As malas da Cristalina...


ou da Tânia...

As pregadeiras da Mofo...


As carteiras e cintos da Fio de Nylon...


A joalharia da Claudina Oliveira...
e muito mais!

Uma "lovely" montra!

O par apaixonado da Cristina Guimarâes...

De tão bonito não pode estar "encalhado"...

Uma especial (parabéns, Mariela!) da Mariela Dias

O cantinho da Tânia Ho!

Os blocos e carteiras da Flok...

Alguém resiste a um chamamento destes?



Também em época de esgotamento e repensamento da euforia desenvolvimentista que abriu feridas, algumas enormes, um pouco por todas as cidades do mundo, em época de crise de emprego e de reconversões industriais, talvez o ofício artesanal volte a fazer algum sentido (...) se visto pelo lado qualificador das suas componentes de produção singular. As profissões do futuro poderão ter de vir a contar com muito maior componente humana e maior “quantidade” emocional, radicando nesta retoma uma das facetas da nova modernidade. (Manuel Graça Dias, Arquitecto)
Hoje uma parede de pedra, pode ser uma parede de ferro, de tijolo, de betão, de vidro serigrafado (Herzog) ou de plástico moldado (Koolhaas). Hoje uma parede de pedra até pode ser uma parede de pedra. Basta substituir a palavra “técnica” pela palavra “tecnologia”. Hoje simulamos os materiais, os sistemas construtivos, as linguagens, não para dizer mas para condizer(...). (Eduardo Souto Moura, Arquitecto)
A maioria dos objectos que utilizamos não nos dá suficiente satisfação, nem à alma nem aos sentidos(...). Porque razão um sistema cuja força reside na capacidade de reunir peritos altamente qualificados e especializados com o fim de criar produtos especificos, raramente é capaz de produzir objectos que criem as mesmas ligações espirituais e emocionais com os seus utilizadores, dos produzidos pelos nossos antepassados artesãos? (Gianfranco Zacai, Designer)
A maioria dos produtos globais não reflecte nada de mais profundo do que o poder dos respectivos fabricantes. (Haldersey-Williams, Designer)
O frenesim individualista que chegou a toda a gente, desemboca no cinzento da uniformidade. Nada se assemelha a mais nada e, no entanto, ó paradoxo, tudo se assemelha! (Phillipe Ariés, Sociólogo)
Preparai-vos, pois, ó companheiros ainda não normalizados! (Hélder Pacheco, Sociólogo)
O projecto Anthrop tem como principal objectivo, promover o diálogo entre as tecnologias e saberes tradicionais portugueses e as novas formas de produção de objectos. Nascido da reflexão acerca do tema design/identidade/globalização, é desenvolvido por artesãos, pequenas oficinas e designers, trabalhando em áreas multidisciplinares como a cerâmica, vidro, têxteis, madeiras, metais, entre outros.
Os projectos assentam na investigação e trabalho de campo, procurando nas funcionalidades, técnicas, motivos e materiais tradicionais, novas formas de utilização, gramáticas e normas adequadas a um uso actual. Desobrigados da relação escala/rentabilidade económica, os objectos valorizam as ligações emocionais com o seu utilizador, pelos materiais e tecnologias empregues, pelas referências ao lugar e ao local, pela preocupação cultural, social e ambiental.
Rejeitando a atitude dualista de um design de massas, industrializado, sobredimensionado e despido de referentes identitários, ou um outro centrado na cotação individual do autor, global mas igualmente inodoro, apostamos na responsabilidade do designer/artesão enquanto planificador e utilizador de processos e recursos, respeitador das diferenças culturais, do trabalho em equipa, da consciência de território e da importância dos objectos na vida quotidiana.
São designers, arquitectos ou simples fazedores de objectos, de diferentes lugares.
Essencialmente urbanos, preocupados com a procura da (sua? nossa?) identidade, porventura da sobrevivência, olham para o mundo com olhos atentos. Constroem redes informais de contactos, encontram-se em locais improváveis, frequentados por amigos mais improváveis. Inventam novas histórias, sem compromissos estéticos.
Conhecem as técnicas e os velhos artesãos, mas juntam-lhes Matisse e Duchamp, Worhol ou Pollock.Dão uso ao “desprezado”e ao “banal”. Recuperam o esquecido e o quotidiano porque “tudo é imagem” e arte e vida são inseparáveis. Há em Londres, Amesterdão ou Berlim, quem pense da mesma forma, mas preferem trabalhar e viver em Portugal.
Por onde andam?
Num pequeno espaço, trocamos as voltas ao tempo, escondemos palavras, encontramo-nos nas entrelinhas.
Os nossos heróis (principios e verdades?) andam a brincar conosco. Espreitam-nos, escapam-se, transformam-se.
Será que existem?...
Comentários Recentes
Qualquer dia faç
Esta resposta
E já agora, parabén
Não é para todos!
Obrigado
Espero que